Defensor Público diz que desinformação é o principal aliado do preconceito ao portador de síndrome de down

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O coordenador do Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado de Sergipe, Sérgio Barreto Morais, participou na Câmara Municipal de Aracaju da Sessão Especial alusiva ao Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado no último dia 21 de março. O requerimento foi do vereador Lucas Aribé (PSB).
 
Durante o evento, o defensor público apontou como principal aliado do preconceito a desinformação. “O Núcleo de Direitos Humanos apoia todos os eventos relacionados a Síndrome de Down. Infelizmente a desinformação é a principal aliada do preconceito, por isso, estaremos firmes ao assentar a concepção de que se trata de uma característica da personalidade humana a ratificar a cidadania em sua plenitude”, disse Sérgio Barreto.

 

O presidente da Apae Aracaju, Max Santos Guimarães lamentou a falta de oportunidades  aos portadores de deficiência para desenvolver suas habilidades. “Falta habilidade ou oportunidade? Temos que distinguir sobre isso. Cláudio Aleoni Arruda, por exemplo, hoje é cavaleiro e instrutor de Pônei. Temos também a primeira vereadora com Síndrome de Down, Angela Bachiller, por isso, quando falamos de habilidades temos de falar sobre as oportunidades que são dadas as pessoas com Síndrome de Down. Eles têm bastante habilidade para serem desenvolvidas, mas, o que falta é oportunidade”, enfatizou.
 
O vereador Lucas Aribé avaliou a Sessão Especial de forma positiva e falou sobre os preconceitos que existem frente à pessoa com Síndrome de Down. “Debatemos o tema “Família: Saberes, Vivências, Habilidades, Desafios e Possibilidades”, trazendo à reflexão da importância da família na integração social do filho Down e da sociedade na criação de espaço de socialização, aprendizagem e trabalho, onde todos possam se expressar e interagir com autonomia. A intenção da Sessão Especial foi de chamar a atenção, especialmente, da população pouco informada sobre as capacidades das pessoas com a Síndrome de Down e sobre o preconceito que sofrem as crianças devido à falta de conhecimento das pessoas”, pontuou.

Fonte: Ascom DP
 

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